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segunda-feira, julho 30, 2018

Rio de Janeiro e nós duas

Cristo Redentor
Ponte e rio


Dispensa Legenda

Ivone e eu

Ivone e eu
O Rio de Janeiro é maravilhoso. Lindo. A natureza é espetacular.
Tudo bom, exceto alguns moradores que não se igualam a natureza.


segunda-feira, julho 16, 2018

Hoje não tive experiências apenas vivências!

Para Walter Benjamim a modernidade arrancou do homem as experiências. Ele se contenta com as vivências. Essas vivencias podem ser traduzidas, por exemplo, usando o meio digital para socializar-se, excluindo as experiências completas da nossa reprodução social. 

domingo, julho 15, 2018

50 São os Novos 30

Assisti ao filme, achei muito carinhoso, mas a fotografia deveria ser mais clara, o filme era escuro. O roteiro achei excelente porque não tem a ideologia de uma mulher aos 50 anos cheia de poder, mas uma mulher ainda em busca de si. 
Valérie Lemercier  é a diretora do filme.

domingo, julho 01, 2018

Muito louco a comédia

Fui assistir a comédia Muito Louca; as atrizes Suely Franco e Fafy Siqueira estão excelentes no palco. O texto, do meu ponto de vista, poderia ser melhor, mesmo que o escritor quisesse mostrar os problemas da velhice, poderia ser mais comédia. Uma hora fiquei cansada, não das atrizes mas das falas que elas tinham que fazer. Pode ser que o escritor, quisesse mesmo nos enfadar como alguns nos enfadam.  Para tecer algum comentário é preciso assistir, então, está recomendado a peça teatral.

sábado, junho 30, 2018

Embalagem da livraria Cultura



Lembrando Antoine de Saint-Exupery 

Colônia_ Alemanha

Colônia, Alemanha, foto de Augusto

Lembrança que machuca

Às vezes,a saudade  me envolve.
Lembranças emergem.
Dura em mim uma dor.
A dor do desrespeito,
insiste lembrar que sofri.
A dor da humilhação.
Dores invadem minha memória.

Sinto.
As lágrimas salgadas escorrerem.
O chão gelado em meu corpo
em suplício de Amor.
Amor que gera dúvida se existiu. 
Por isso, a lembrança maltrata e humilha.
Traições nas mentiras. 
Traição do território, da raça, da classe e do amor
Envolta em lágrimas a lembrança voltou.
Conto em notinhas, que vão e retornam.

De tempos em tempos.
As notinhas tentam dizer e não diz.
Retorna a lembrança que toca,
Envolve e denuncia o desamor.
Saudade inquietante, irritante
Me desperta o desejo:
de um amor de verdade.

Para você!



quarta-feira, junho 27, 2018

Paul Robeson e minhas reflexões

Em 1976 quando Paul Robson faleceu eu tinha menos de 11 anos. A cartilha que eu usava era a Caminho Suave em que as histórias eram distantes da minha realidade.  As crianças eram brancas e loiras, não me representavam. Por quase todos os lados que eu circulava não era a "menina" escolhida, a não ser no SESI 402 quando me chamaram para uma fotografia para expor que lá havia diversidade de raça/etnia. Todas as histórias contadas, geralmente, eram de pessoas brancas e não me representavam. Era como se o meu mundo fosse um mundo suspenso. 

Na televisão quando eu assistia, não havia uma tv na minha casa, as pessoas que eu via  e podiam me representar  eram sempre aquelas mulheres que estavam no papel de empregadas. Me lembro que assistia o Sítio do Pica Pau Amarelo, lá  também havia uma senhora negra é sua função era do lar, principalmente, limpar e cozinhar. Eram minhas representações das mulheres negras. Havia também nesta história o saci pereré. Eu escutava, não raramente, os meninos apelidando algum garoto negro como saci pereré. O único nome que era o melhor representante dos negros era o Pelé.

O tempo passou. As coisas mudaram. Hoje está  em evidências nomes que naquela época faziam histórias, mas elas não chegavam a nós. Digo isso porque somente hoje conheci a história de Paul Robeson.

Paul Robeson foi brilhante. Usou o seu talento por uma America sem racismo. Todavia, não percebeu  que colocava a mulher em uma situação de vulnerabilidade, dado o machismo do homem negro. Isso, não o desmerece, mas deve ser lembrado. O machismo e a  masculinidade do negro é lembrada nessa história, porque ainda temos resquícios desses na sociedade patriarcal, principalmente, nos países explorados pelos países centrais. Minha percepção ficou aguçada para tais fatos, ao ser exposta ao racismo, machismo e exclusão por um homem negro. Sempre retomo o acontecido porque foi aqui que cai em mim. A segregação existe, inclusive, entre os negros que buscam o clareamento. 

Deixo o link do  Filme de Paul Robeson,  vale a pena ao menos escutá-lo.

Paul Robeson
Eslanda


terça-feira, junho 26, 2018

Cabelos crespos



Como o meu cabelo é mutável estou aqui expondo sua mutação, e também um novo par de óculos da chilli beans. Vamos ver quanto tempo durará o óculos.

Bem, apenas marcando a minha passagem pelo tempo.

domingo, junho 03, 2018

Diego Rivera

É a primeira pintura que vejo de Diego Rivera.
Sempre li sobre Frida, mas ele me fica esquecido.
      Diego Rivera – Os semeadores. Acervo MASP


Cotidiano

A vida vai passando pela janela.
Tecendo em branco e preto o dia-a-dia.
Café da manhã, almoço, jantar.
Todos os dias são tecidos assim.

Um perfume agradável adorna a casa.
Uma tapete enfeita um cantinho.
Uma poltrona nos aquece na leitura.
O tic tac do relógio vai lentamente.

As vezes, sozinha.
Outras vezes, acompanhada.
Vejo os dias passar vagamente.
Neste vagar do tempo, penso na vida.

Ao debruçar-me sobre o pensamento.
Desalinho o cabelo já desalinhado.
Não olho no espelho, mas percebo.
O tempo está correndo no meu corpo.

Vida.



segunda-feira, março 12, 2018

Flores

Enfeitando o meu cantinho

quinta-feira, janeiro 18, 2018

segunda-feira, janeiro 08, 2018

Ilha do Cardoso


Árvore Gigante e eu!

Eu!

A Ilha do Cardoso é um lugar paradisíaco. Neste lugar as pessoas retornam a paz e desaceleram.
Estou aos poucos retomando as fotografias que tanto fizeram parte da minha vida. Depois colocarei mais fotos, porque ainda não as tenho. Tirei com a máquina de uma amiga. Deixo apenas um pouquinho de lá.

domingo, dezembro 31, 2017

Se despedindo de 2017! Muitas eus.



Eu envelhecendo








O meu cabelo é mutável...

sábado, dezembro 30, 2017

Para você

O beijo na cama, de Henri De Toulouse-Lautrec, 1892.


Você estrela da minha vida.
Brilhou e me iluminou;
Irradiou-me de felicidade.
Seus toques, sua voz, sua ternura,
Todos estão em mim.
Seguirá comigo por onde quer que eu vá.
Por mais que meus olhos não te vejam. 
Cada momento é revivido e revisto.
 As risadas, os planos loucos estão lá na nuvem.
Um dia acontecerá. 
Reviverá.
Sua presença tímida me exalta.
Eu só posso dizer:
Eu te amo!

Feliz Ano Novo.


Último sábado de 2017

Choveu o tempo todo. 
A chuva limpava nossos telhados.
Levou para os rios as sujeiras que fizemos no ar.
Resumir um ano é o mesmo que fechar um capítulo da tese. 
Dependendo do objetivo os capítulos vão sendo escritos. 
O meu objeto é trazer Jesus e o seu amor. Então, é uma longa jornada.

quarta-feira, dezembro 27, 2017

Lembrancinhas do Natal


Nós


Nós

O chupeta
Então foi Natal. A família desse ano foi pequena, apenas nós.
Faltaram tantos. Tantos que amamos, mas se foram. Mas a lembrança ficou. Ainda, temos nós. O nós que se une para cumprir o nome de família. Os que já passaram por aqui, sabe o quanto deixou de saudades.

sábado, dezembro 23, 2017

Contagem regressiva para 2018

O ano está findando.
Cá estamos novamente soltando fogos.
Cá estamos desejando Feliz Festas.

O tempo  parece que encurtou. Os cientistas dizem que não.
É apenas mais curto para os apressados.

Ano passado fiz alguns planos que consegui alcança-los. Outros parecem que estão gestando desde quando nasci. Eu sou persistente, não desisto. A única coisa que poderá me fazer desistir é a morte.

Eu continuo acreditando que um dia o Brasil vai ficar melhor. O povo será mais educado.
Continuo acreditando no Amor, embora tenha um coração que sempre me trai.

Continuo escrevendo no blog, sem se importar com quem venha ler.
Acredito que o melhor de nós é dado a nós mesmos. "Estranho" mas real.

Tudo isso para desejar aos passantes.


FELIZ FESTAS


Que venha 2018 e muitos papers para serem publicados... 

Pós-graduação

Fazer pós-graduação é um momento difícil. A folha publicou a reportagem no link abaixo  sobre os problemas enfrentados pelos orientandos. Alguns chegam a suicidar-se. Veja

http://m.folha.uol.com.br/ciencia/2017/12/1943862-estudantes-de-mestrado-e-doutorado-relatam-suas-dores-na-pos-graduacao.shtml?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=fb-uol&utm_content=geral

DEPOIMENTO
Quando  estava fazendo doutorado, várias coisas aconteceram na minha vida. Entre essas coisas, o que mais causou sofrimento foi  descobrir o câncer de pâncreas da Julia (minha mãe). Após três meses da descoberta ela dormiu para sempre.  Eu me lembro de estar traduzindo textos e chorando. Lendo chorando. Deprimi total.   Foram momentos de muita dor. Algumas pessoas que estavam ao meu lado não entenderam. Eles achavam que eu apenas ficava triste e me tornado briguenta. Os "ensimesmadxs" não entenderam que fazer o doutorado e ver a mãe morrendo é uma dor insuportável. 

Além disso, estava estudando um novo objeto. Sofria para entender. Tinha pressão de todo lado. Quando finalizei o doutorado. Olhei no espelho -  havia envelhecido e com poucas pessoas ao meu redor. Muitos haviam partido. Eu chorei, mas valeu a pena. 
Vale sofrer pela causa que acreditamos.

Caso você esteja ao lado de um doutorando, mestrando entende-o. É um momento difícil demais.



quinta-feira, dezembro 14, 2017

Com Amor, Van Gogh

Ontem, no período da tarde, assisti ao filme Van Gogh. Fiquei impressionada com a ideia transmitida da suspeita de que alguém o tivesse matado. Também me impressionou em saber que a mulher o qual ele teve alguns lances de relacionamentos, viveu 44 anos com o quadro que ele pintou em seu quarto e não teve nenhum outro relacionamento.

Será que apenas naqueles tempos as pessoas realmente declaravam amor e amavam de verdade?
Quem me dera meu coração não ser um traidor.  

Também me chamou atenção que após ser ou ter-se baleado ele chama o Theo para conversar sobre a vida e não sobre a morte.

Esse foi realmente, um homem que viveu a sua frente no tempo. Além disso, foi um homem que se estivesse hoje vivo, também não o compreenderíamos. 

Enfim, vale a pena assistir ao filme. Totalmente, desenhado a mão.



SIMPREV_FMUSP_2017

Na Faculdade de Medicina _FMUSP têm um momento bem interessante. Neste momento, os mestrandos e doutorandos expõem suas pesquisas, são debatidos sobre o objeto do estudo, as vezes, têm conflitos, mas é um momento bom. Esse foi um momento de descontração, momento do café para logo em seguida; discutirmos o Sistema Único de Saúde e os problemas que o Brasil tem enfrentado em suas desigualdades sociais.
 Algumas fotinhos para marcar o momento especial.
 Afinal, o tempo passa, vamos envelhecendo e as coisas que gostamos são aquelas levaremos para sempre no nosso coração.


Curtindo o tocador

Perto de dançar...

Faltou o som na foto... Srº Google

Faltou o lance de descer a escada

segunda-feira, novembro 20, 2017

São Paulo - Interior

Cantinho da Perpétua



Ainda que o homem destrua a natureza; ela se expõe e resiste.
Cuidado, palavra rara hoje na humanidade.
Homens zumbis.

terça-feira, outubro 10, 2017

Unidos para transformar o mundo

 Unidos pensando em como transformar o mundo. Projetos, projetos  e escritas. Desenhos, músicas, Hermenêutica e vamos em frente.
Referêncial: Bourdieu.


segunda-feira, outubro 09, 2017

Bricolagem







Eu brincando de artista com o Vincent...


A captura do eu...

sábado, setembro 02, 2017

O Facebook

O Facebook é um lugar de narrativas. As narrativas ocorrem de diversas formas. O que me chama atenção é - às pesquisas nacionais e internacionais destacam que, as pessoas estão cada vez mais sentindo-se deprimidas, consomem anti-depressivos, há o aumento do suicídio e assim por diante. Todavia, quando entramos no Facebook temos uma ilha dos prazeres. Há postagens de todos os tipos de felicidades. Pessoas discursando suas felicidades. De fotografias "selfs" à belíssimos lugares como se o mundo estivesse no paraíso. 

A construção Paradisíaca do Facebook contradiz a realidade. Fico me perguntando: Qual o motivo dessa "nova" construção do real? No momento em que o sujeito senta na frente do Facebook ele está construindo um mundo o qual gostaria de viver; ou está tratando sua dor? Para quem são postadas as mensagens no Facebook? Há outros questionamentos; todavia fico nestes.

Alguns podem achar essa conversa como blá blá blá. No entanto, falo de minha própria experiência que faço diálogos com algumas pessoas, que na realidade estão em frangalhos. Contudo, ao passar por seus espaços no Facebook lá a vida é maravilhosa. Há pessoas que dizem ser marxistas "de nascimento", mas nas atitudes cotidianas são mais mercenários que o dono da maior empresa mundial. Pessoas que afirmam marxistas e fazem do espaço público um espaço privado, meritocrático. Vivemos uma contradição. Diante de tantas incoerências, me pergunto, que mundo estamos construindo, aonde vamos chegar.

São reflexões que não querem se calar. Minha atitude frente ao Facebook e a vida contraditória são - não postar nada no Facebook e investigar o sofrimento psíquico que está assolando às pessoas que chegam em massa na Atenção Primária à Saúde.

quarta-feira, julho 26, 2017

RACISMO: atravessando o tempo

O racismo é uma prática silenciosa, as vezes, expressado em palavras. Pessoas de pele negra são àquelas que mais sofrem com o racismo. É convencional achar que o racismo parte apenas dos diferentes. Isto é, da pessoa branca. Todavia, há também o racismo proveniente de negro/as para com negro/as. Esse fato ocorre, principalmente, das pessoas negras que se envolvem com brancos e sentem-se "superiores". Pode ser que a pessoa que venha a ler essa mensagem não entenda. Para tanto, esclarecerei.

Existe uma "lenda" que a pessoa negra ao se relacionar com o branco está conseguindo uma mobilidade social. Essa "lenda", "mito" ou seja lá o que queira chamar paira na mente de alguns homens e mulheres negros. Mas por que isso ocorre? Acredito ser uma construção social imposta pelos brancos. Mas será que há mesmo essa mobilidade social?

Negros que se deslocam para os países "embranquecidos", considerados "primeiro mundo", geralmente, procuram se relacionar com brancos a fim de obter inclusão social. Essa foi uma afirmativa que eu mesma ouvi. Que inclusão social? Eu não sei a resposta.

Dialogando com um sociólogo ele me afirmou "essas pessoas são cooptadas pelo capitalismo e suas ideologias". Para ele, dificilmente, essa pessoa consiga se dar conta do problema social que ela e seus pares enfrentam. 

Toda essa narração, para colocar o vídeo de Angela Davis e levar o leitor a pensar sobre suas reflexões e perguntas em sua apresentação. Por que os homens negros são violentos para com suas parceiras negras? De onde vêm essa violência? Como trabalhar a violência tanto verbal como física do homem branco para com a mulher branca?  As perguntas me inquietaram, pelo fato de haver sofrido agressões verbais de um homem negro, bem próximo.

Abaixo discurso de Angela Davis. Vale a pena escutar pelo menos à partir da 01 hora do vídeo. 



terça-feira, julho 11, 2017

Das Lied der Nacht


The Song of the Night

José Gallisa
Atualmente,tem se dedicado atuação teatral.


quinta-feira, julho 06, 2017

Sem título

Modernidade para alguns prisões para outros.
Os negros estão nas prisões, ou
matando um ao outro.
Os que sobressaíram-se
negaram suas raízes e, confortavelmente,
foram deitar-se com mulheres brancas,
buscando a inclusão...

Que inclusão?
Inclusão nas citações.
Citam-os que eles venceram.
Venceram por embranquecer-se.
A mulher ao lado se autodenomina - mussarela.
Pensa ela, ser ele faminto com desejo de comê-la
como um queijo amanhecido.




terça-feira, julho 04, 2017

Amigo


Não sei mais o significado da palavra: Amigo

quarta-feira, junho 28, 2017

Colonialismo

Angela Merkel discursa internacionalmente na língua alemã. Brasileiros, workshop internacional, presentes dois "colonialistas" e os demais brasileiros. Temos que apresentar em inglês.
Concordo que precisamos dominar o inglês, mas.............



sábado, junho 24, 2017

Atualidade

Na atualidade existe uma dor.
Uma dor que não sei explicar.
Os sinais e sintomas são lágrimas.
De onde vem a dor?
Das (des) aventuras da vida.
Das pessoas que maltratam as outras.
De falas engolidas.
Há tanta maldade na atualidade.
Há pessoas matando pessoas.
Há homens bombas por toda parte,
Uns a detonam e matam dezenas.
Outros, matam um por um, mas
São homens bombas.
Observo. Lágrimas escorrem...
Ninguém mais ouve.
O humano ensurdeceu.
Aonde está a humanidade.

Precisamos construir um mundo melhor.

terça-feira, junho 13, 2017

Amor

Um dia após o dia dos namorados.
Cai do céu lágrimas fortes
Dos amores que foram esquecidos.
Quem um dia disse: eu te amo.
Jamais deixará de amar.
A não ser que a narrativa
Tenha sido feita com distorção da realidade.
A realidade de amar, dói.
Traz lembranças que ficarão como uma marca no corpo.
Marca que os cirurgiões não conseguem retirar.
Amar, amor, amores.
Esse sentimento é uma falta na atualidade.
Ama-se a si mesmo
Porque o pouco contráriado.
O amor parece findar.

Namorar

Namorado.
O que seria namorar?
Segundo o Aurélio Namorar é - cobiçar, sentir amor, ser namorador.
Acho que não disse nada o Aurélio.
Eu, então traduzirei o namorar.

Namorar é gostar de ficar pertinho.
Namorar é gastar tempo juntos.
Namorar é ler juntos.
Namorar é brigar juntos.
Namorar é não desistir na briga.

Namorar. Quem inventou o dia dos namorados?
Seria uma mulher ou um homem apaixonado?
Eu não faço a menor ideia.
Apenas sei que namorar dá muito trabalho.
Parece impossível fazer a narrativa do namoro.

Enfim,

Criou-se o dia do namorado para lembrar que há um homem é uma mulher que deve ser lembrada.
Será que se esse dia não existisse, os namorados não se lembrariam?
Quantas indagações rudes.
Já é tarde. Vou namorar nos meus sonhos.

segunda-feira, junho 12, 2017

Cotidiano

Voltei a ler Albert Camus. É incrível cada releitura, nova descoberta.
A vida é realmente, simples, se descomplicarmos.
Acho que, o mais complicador da vida, é -
Deixarmos que outros venham a tomar nossas decisões.
Pessoas que não sabem nem de si, e querem nos descomplicar.
Pessoas que não se amam - é querem amar o próximo.

Acho que Camus vai nos descortinando algo semelhante.

sábado, junho 03, 2017

O Brasil

Morar neste país é um desafio.  Desafio de viver na curva entre a riqueza e a pobreza. Há aqueles que ainda acreditam que ir para o exterior é ser superior. Pobreza. Pobre pensamento. Óbvio que não queria viver em um país aonde se têm várias cracolândias. Pior ainda é viver entre os pobres que vendem o amor para ter a terra colonizadora.

Colonizadora no sentido brutal. Colonizadora não seria a palavra correta, mas os que roubaram e não não devolveram o roubado.

Brasil. Terra que amo e odeio.

domingo, maio 28, 2017

Minimalista

Eu sempre tive a ideia de que devemos ter e obter somente o que é indispensável para viver no cotidiano. Alguns me diziam que minha casa não tinha nada, era fácil de limpar e assim por diante.
Hoje entrei em contato com os minimalistas. Curti.
O mundo capitalista nos coloca de frente com tantas quinquilharias que achamos que precisamos e saímos loucamente ás compras. Não deixei de comprar, mas penso mais de dez vezes se realmente aquele produto é necessário.

Neste tempo, estou organizando os livros. Adoro livros. Gosto de ler. Discutir a leitura. Difícil desapegar, mas estou conseguindo. Quem sabe, futuramente, colocarei aqui uma foto.
Apenas compartilhando, com os interessadas e os passantes o que está acontecendo na minha vida.

sexta-feira, março 10, 2017

quinta-feira, março 02, 2017

Envelhecendo

A vida está passando. Passa rápido.
Ás vezes, me espanto. Outras vezes, fico agradecida pela rapidez.
Já experimentei, quase todos os tratamentos sociais.
Menina. Mocinha. Moça. Senhora.
É estranho a sociedade e sua sociabilidade.

Já experimentei adversidades pela maldade humana.
Há humanos que se vestem de ovelhas.
Se comportam como ovelhas, dado que, o animal é dócil.
Todavia, não há  animal que eu posso comparar aos humanos.

Eu tive o desprazer de ter ao lado animais humanos.
Humanos que ainda não foram categorizados.
Utilizam a designação "raça humana" a fim de destilar e distribuir maldades.

Ainda não há antidoto para o tal "humano".
Hoje, mais velha, o antidoto que utilizo é minha sensibilidade.
Sensibilidade, que ainda, infelizmente, se engana.
Vou caminhando.

Caminho na certeza da morte.
É no berço frio levarei alegrias e tristezas.
Todavia, a certeza de que poucos chorarão.
São poucos os  humanos bastante para chorar.

Compartilhei com poucos a vida.
Vida que busco em cada momento felicidade.
Ainda, não sou bastante inteligente
Para criar os momentos de felicidade.


Aniversário de Elda

quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Campo de concentração - Dachau - Munique













Essas fotos são retiradas pela Patrícia. A midiatização possibilita que visualizamos algo mesmo estando distante. Essa visualização nos remete as loucuras que o humano é capaz.

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

sexta-feira, janeiro 13, 2017

A vida contemporânea

É um vai e volta.
É um corre e corre.
É um tal falar alto.

Todos atores e atrizes,
Ninguém na plateia.
O importante é representar.

Representam o amor.
Representam a pobreza.
Representam a impunição.

A palavra da ordem é consumo.
Consumir do humano às novas tecnologias.
Essas que potencializa a racionalidade humana.