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terça-feira, novembro 15, 2005

5 minuti

Ho 5 minuti per dire che...

Aspetta, sono occupato

Ho dei problemi da risolvere

Ma per dio ho solo 5 minuti

Cosa posso fare sono occupato

Solo 5 minuti ascoltami

Non c'e' niente da ascoltare

Veramente tu sempre vuoi vuoi vuoi

Sempre e solo vuoi

Voglio che tu non dica niente

Non lo so...

Forse se mi ascolti

Ho gia' risposto sono occupato

Che stai facendo?
Scrivendo una cosa

Non voglio ascoltarti lo vuoi capire?

Tu forse non lo sai

Ho bisogno di parlarti ASCOLTAMI

Sta diventando piu' freddo
Porti una maglietia

Bisogna coprirti



Lorenzo dice:
ESAGERATA

segunda-feira, novembro 14, 2005

Estações

Primavera

Flores floridas coloridos

Campos verdes como um tapete

Passagem brilhante

Tem um cravo no campo

Você; no jardim

Verão

Palco é iluminado

Brilhante

Queimado, moreno marcado

As sandálias dos seus pés

Marca o quanto à cena durou

Vem a chuva

Toca-lhe o corpo como se o beijasse

Com todo cuidado te refresca

Deleita-se no frescor da chuva

De passagem passageira

Outono

Melancólico

Às vezes a chuva te molha

Outras vezes o sol te ilumina

Os campos estão com verdes claros

Você continua brilhando

Jamais perde seu brilho

Seu corpo empalidece

Inverno

As flores murcharam

A neve o castiga

O tapete verde sumiu dos seus pés

Suas sandálias perderam o valor

Corpo pálido gelado

Frio branco coberto

Vestes grossas não permitem o frio tocar-te

Agressivo lhe toca as faces rosadas

Enrola-te no manto que um dia será sagrado

Seu recanto e quente

Ao deitar-se sozinhoo frio invadir-lhe o corpo

Dorme

Não sonha

domingo, novembro 13, 2005

O Capitão Corelli

Grécia, 1940. Cefalônia é uma ilha paradisíaca que em breve será atingida pela guerra. Este momento é antecipado quando oito mil gregos derrotam quatorze mil italianos na fronteira com a Albânia, mas em pouco tempo Hitler prepara uma retaliação para ajudar Mussolini e logo toda a Grécia está ocupada. Mandras (Christian Bale), um pescador analfabeto que lá vive, lutou contra os italianos e faz parte da resistência. Ele também é noivo de Pelagia (Penelope Cruz), a filha de Iannis (John Hurt), o médico do local, que abriga o capitão Antonio Corelli (Nicolas Cage) por exigência das forças de ocupação. Inicialmente Pelagia rejeita qualquer forma de aproximação de Corelli, pois ele é o inimigo, mas enquanto Mandras esteve ausente a amizade entre Corelli e Pelagia cresceu. A beleza e inteligência dela conquistaram o coração do capitão e o afeto que ele tem com a comunidade o faz questionar sua razões para lutar. Antonio se torna parte da vida dos aldeões, mas o momento é passageiro e Antonio e Pelagia tem de escolher entre a submissão aos seus países e o amor eles sentem um pelo outro. Em 1943, os italianos se rendem na Europa e quando os alemães exigem que todos na ilha, inclusive os italianos, entreguem suas armas. Corelli não concorda e não confia nas promessas dos oficiais germânicos, assim decide junto com um grupo de homens ficar na ilha e defendê-la dos nazistas, apesar de ser impossível resistir ao poder bélico deles.

Um filme que recomendo - bela fotografia, bons atores. Faz pensarmos na vida e saber que guerrear não vale a pena.

sábado, novembro 12, 2005

Desejos

Desejo

Desejo estar com você

Desejo respostas

Desejo de construir um sonho

Desejo sorrir com você

Desejo aprender sua língua

Desejo saber te entender

Desejo parar o tempo

Desejo correr no tempo

Desejo de nos encontrarmos

Desejo ouvir sua voz

Desejo te sentir

Desejo olharmos ao futuro

Desejo descobrir seus mistérios

Desejo o desejo de parar

Desejo
Lhe dizer "Eu te amo. "

sexta-feira, novembro 11, 2005

O tempo passa

Hoje estou cansada e triste. Querendo construir um sonho. Como é difícil tornar um sonho real. Desde de criança sonhadora. Falavam que na adolescência iria melhorar ao notar as impossibilidades. Tornaria a realidade ao perceber a vida. O tempo passou. Passou tão depressa que não tive tempo de mudar. Os grandes poetas dizem que sonhar é viver. Alguns sonhos vivi, outros estou construindo, outros aguardando, outros chegarão. Vejo a vida passando pela janela. Ouço os cantos dos passarinhos, beija-flor, crianças chorando desejando continuar no play ground. Eu observando-as crescendo. A vida passa em um instante. Penso – “O que estou vivendo, fazendo”. Falando com amigos da net que confusos se misturam aos programas esquecendo que são reais. Alguns são incapazes de construírem sonhos. Outros esquecem que são reais perdendo a ética, não se importam se amigos ou inimigos. Mundo. Vivemos nos dois: REAL VIRTUAL. Vivemos. Assim a vida passa. Estamos construindo um novo mundo. Que mundo deixaremos as crianças que querem continuar no play ground?

quinta-feira, novembro 10, 2005

Carol e Márcia

Márcia "de preto" minha queridinha orientadora de mestrado. Sempre procuravamos o caminho juntas. Quando encontramos foi bom demais finalizar a tese de mestrado. Foram dois anos e meio de muito choro, colo e crescimento. Quando a tese nasceu foi MARAVILHOSO.
Caroline, "A Trieste" minha parceira do Mestrado. Eu dizia - o que ele perdeu na Itália... Hoje, Carol e eu batemos figurinha sobre Trieste e Itália. Pena naquela época non parlare italiano... Notem como as coisas mudam.

quarta-feira, novembro 09, 2005

Ao meu pai

Procuro no palco focar o belo

Impossível

Vejo as cortinas se fechando

Grito outra vez. Sem respostas

Procuro auxilio. Nada

É assim a vida. Tudo tão de repente.

Não queria esse cravo murchando

Ponho-o ao sol

Trago-o a sombra

Coloco água.

Procuro os melhores biologistas

Médicos enfermeiros

Cientistas

Não decifram a imortalidade

Mantenho a calma

Às vezes escrevo demais

Outras vezes séria demais

Outras vezes brinco demais

De relance olho

A cortina continua fechando

O show está por terminar

Te abraço

Digo que valeu

Que foi bom ter você

Que te amo

Amaria ter você sempre

Na vivacidade de viver

Viver sem a morte celular

Células

Células que te dá vida

Saiba eu te amo

Sempre vou TE AMAR

sábado, novembro 05, 2005

Esperança

Meu corpo adoece

Minha alma se abate

Meus olhos não cansam de chorar

Lágrimas percorrem minha face

Que morrem no solo; juntamente

Com elas vejo a morte dos sonhos perdidos

Vejo linhas transparentes

Linhas deixadas pelas lacrimas

Talvez amanhã o sol apareça

Permitindo brilhar a transparência de minha face

EldaOliveira


Pintura: Edvard Munch, Il grido

sexta-feira, novembro 04, 2005

Uffaaa...


Questo è Lorenzo sembra che sempre fa molto caldo
a Milano lui sempre dire uffaaaa... :-)

quinta-feira, outubro 20, 2005

Sem palavras

Encontramos tantas pedras no caminho; se já não bastasse o próprio caminho a desbravar.
Mundo dissimulado... Já não sabemos o que é a verdade.

Individualismo... Parceiros se interesse... Amizade – nada.

Homens. Quantas meias verdades. Inimizades.

Não quero mais... Odeio mentiras.

Amizade com meias verdades
Previsível...


EldaOliveira

domingo, outubro 16, 2005

Chave da paz

Aprendi como viver
Descobri o amor
Tenho a chave da paz
Os sonhos são possíveis
Aprendi compartilhar
Ficar com você é bom
Sempre sempre e sempre
Meu coração acelera por você
Alegria inacabável
Já digo sem medo que Te Amo
Desejo percorrer a vida com você
Seu coração é ritmado com o meu...


LaLuSoldera

Ilha

Perdida no mundo da razão
Gravura de Flavio Bassani
Bebi a taça do pensamento
Até ao fim; reconheci-a pois
Vazia, e achei horror. Mas eu bebi-a
Raciocinei até achar verdade.
Neste desejo de compreensão,(...)
O que em mim, por sentir, me liga à vida
E pelo pensamento me faz homem.
E neste orgulho certo
Fechado mais ainda e alheado
Me vou, do limitado e relativo
Mundo em que arrasto a cruz do meu pensar.

Fernando Pessoa

sexta-feira, outubro 14, 2005

Néctar


Quero sentir seu beijo

A leveza de seus toques

Sua força no desejo

Ser a sua flor

Flor de laranjeiras

Sua rosa cor-de-rosa

Exalar perfumes em você

Ser o néctar de seu querer

Deixar-te compulsivo do amor

Dependente desse néctar

Ser seu jardim dos prazeres

Tese...

Vou iniciar um sonho.

Difícil de construir.

Em busca do desconhecido.

Por onde devo começar?

outono, 2005

Off...

Se um dia, não me ver mais aqui
Eu em off line por muito tempo
Vendo meu nome sem me sentir
É que fui como o vento...
Se um dia pensar em mim
E eu não te responder
É que este dia veio enfim
Eu não vou mais de ver

Se um dia tiver saudades
Chamar-me eu responder
É sinal que nossa amizade
Existiu mesmo pra valer

MPTG

domingo, outubro 09, 2005

Tu...


NON HAI VOGLIA DI PARLARE
IO VOGLIO PARLARE
FORSE SONO SCHIAVA DI MIO CUORE
SONO SENZA VOCE

NON POSSO DOMANDARE

NON POSSO PARLARE
NON POSSO NIENTE
SONO TRISTE... PIANTO.
NON HAI VOGLIA DI PARLARE



História da escrava.

Anastácia por ser muito bonita, terminou sendo, também, sacrificada pela paixão bestial de um dos filhos de um feitor, não sem antes haver resistido bravamente o quanto pôde a tais assédios; depois de ferozmente perseguida e torturada a violência sexual aconteceu. Apesar de toda circunstância adversa, Anastácia não deixou de sustentar a sua costumeira altivez e dignidade, sem jamais permitir que lhe tocassem, o que provocou o ódio dos brancos dominadores, que resolvem castigá-la ainda mais, colocando-lhe no rosto uma máscara de ferro, que só era retirada na hora de se alimentar, suportando este instrumento de supremo suplício por longos anos de sua dolorosa, mas heróica existência. As mulheres e as filhas dos senhores de escravos eram as que mais incentivavam a manutenção de tal máscara, porque morriam de inveja e de ciúmes da beleza da negra . Anastácia, já muito doente e debilitada, é levada para o Rio de Janeiro onde vem a falecer, sendo que seus restos mortais foram sepultados na Igreja do Rosário que, destruída por um incêndio, não se teve como evitar a destruição também dos poucos documento que poderiam nos oferecer melhores e maiores informações referentes à escrava Anastácia.

terça-feira, outubro 04, 2005

Il tuo silenzio

I tuoi silenzi mi lasciano stare in una vita piena di fantasia e di amore sentendo un tuo solo sussurro penso che la tua voce e' più bella di qualsiasi canto
Voglio ascoltare questo canto

Ópera Bug Jargal

"Bug Jargal é finalista do X Prêmio Carlos Gomes"
A ópera Bug Jargal, do compositor brasileiro José Cândido da Gama Malcher (1853-1921), é finalista do X Prêmio Carlos Gomes na categoria Espetáculo do Ano. Apresentado no Festival de Ópera do Theatro da Paz- 2005, sob a regência de Roberto Duarte e direção de Cleber Papa, Bug Jargal esteve ausente dos palcos por 115 anos. Os resultados equilibrados entre a música e os vários elementos utilizados pela direção do espetáculo nesta nova montagem o tornaram sucesso de público e crítica.
O X Prêmio Carlos Gomes também tem como finalistas quatro pessoas envolvidas com a produção de Bug Jargal. O seu diretor Cleber Papa concorre na categoria Universo da Ópera e o baixo Sávio Sperandio (que fez D.Antônio) em Revelação. O baixo José Gallisa (Biassu) e a mezzo-soprano Edinéia de Oliveira (Irma) estão na lista de Destaque Vocal, Masculino e Feminino. Nesta última categoria, uma outra finalista é Eiko Senda, a Cio-Cio-San da Madame Butterfley, que abriu o Festival de Ópera do Theatro da Paz- 2005.
O resultado do X Prêmio Carlos Gomes será divulgado no dia da premiação, 6 de outubro, que acontece no Teatro São Pedro, na cidade de São Paulo. Cerca de 70 personalidades do mundo da música votam nas indicações tríplices escolhidas por colegiado formado por jornalistas, professores, músicos e personalidades do mundo da música.
Realizado pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria Executiva de Cultura (Secult) e produzido pela São Paulo ImagemData, o Festival de Ópera do Theatro da Paz se constitui hoje tanto uma referência cultural na América Latina quanto um novo foco de interesse turístico para a região.
Hoje, saiu no Estado de São Paulo os vencedores são Edinéia e José Gallisa são os vencedores como Vocal Feminino e Masculino.

Felicitações
Parabéns, Edinéia e Gallisa, fico feliz por vocês.
Principalmente por saber das dificuldades do dia-a-dia dos cantores de ópera no nosso país.
Vamos comemorar...

quinta-feira, setembro 29, 2005

Contando história

Há um mês escrevi que havia me presenteado com o livro Quando Nietzsche chorou “When Nietzsche wept” afirmando que gostaria de me deliciar nas fantasias do autor com a histérica da Anna O. O livro é dinâmico, envolvente e interessante. O foco não está na Anna O., mas em seu médico e sua relação com o filosofo. Fiz a leitura junto com Alessandra. Foi à primeira vez que li o mesmo exemplar com outra pessoa. Confesso que foi uma experiência legal, pois trocamos várias figurinhas a respeito da história. Este é um livro que eu recomendo a quem gosta de uma boa leitura. Frase do livro que gostaria de compartilhar

“Amamos mais o desejo que o desejado.“

quarta-feira, setembro 28, 2005

Autopsicografia

Fernando Pessoa

Cancioneiro

O poeta é um fingidor
Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sentes.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,

Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.


terça-feira, setembro 27, 2005

The Skeleton Key

Hoje fui ao cinema. Não havia selecionado nada, solicitei a sinopse dos filmes não havia, perguntei ao bilheteiro do que se tratava o filme, pois era o único mais adequado para o meu horário. Respondeu que tratava-se de um filme de suspense... Vejamos

O desejo de ajudar pessoas faz com que a jovem Caroline (Kate Hudson) tenha vontade de trabalhar como enfermeira. Sua chance vem quando Ben (John Hurt), um idoso morador de um local afastado de onde vive, precisa de cuidados depois de ficar debilitado por causa de um derrame. Contra a vontade de sua amiga Jill, a garota passa a morar com a família Devereaux numa casa enorme e cercada por uma sombria floresta. A dona da mansão, Violet, providencia as chaves do lugar, capaz de abrir todas as portas.

A casa possui alguns detalhes realmente intrigantes para Caroline. Há um pó vermelho em frente a todas as portas e ela nota também que não existem espelhos nos cômodos. Misterioso como todo o resto é o sótão em que Ben teve o derrame. A CHAVE MESTRA de todas as fechaduras não abre a segunda tranca do local. Ao perguntar à intransigente Violet, ela diz que nunca entrou lá, o que aguça a curiosidade da garota. Desconfiada dos segredos escondidos na propriedade, ela se assusta ao saber que os antigos moradores eram praticantes de vodu ao mesmo tempo em que uma série de acontecimentos estranhos é desencadeada.

O filme é de TERROR, não me agradou nada; principalmente a mensagem final. Não recomendo a ninguém mas se curiosos...

http://guiadasemana.com.br/gds_externo.asp?st=www.theskeletonkeymovie.com/


sábado, setembro 24, 2005

Liberdade

Estou perdida com as palavras
Já tentei de tudo
Quero viver feliz
Alegre
Não mais chorar
Não ficar aos cantos pensando
Sem saber aonde admirar
Ou mesmo o que seguir
Encontrar meu eu
É o libertar
Superar os medos e as tristezas
Ensinar a lição do Amor
Entregar-me ao mundo da paz e amor
Quero um mundo de paz

LaLuSoldera

Strada carina

Cosa c'e' infatti di piu' desiderabile

Che vivere interamente la passione

Con la luce crepuscolare di una mattina di fine settembre

Per un'strada carina passando piu' tempo con l'amore

sexta-feira, setembro 23, 2005

Minha sobrinha querida

Lais Luisa com apenas 4 anos pousando de moçinha...


Lais Luisa com 11 anos e a mesma vontade...
Lais "tagarela" parece que recusa a infância... Espero que quando for a época de ser moçinha não venha querer ser criança... rs Brincadeira lindinha...

Quantas Geórgias...

Ray Charles
Ray Charles Robinson assisti ao filme da biográfia do cantor. Excelente notar que superou três grandes problemas: o ser negro, cêgo e a dependência da heroína.

Um ponto que me chamou atenção foi à exclusão e segregação racial que encontrou por ser negro principalmente na Geórgia. Quantas Geórgia temos visto, vivemos na Geórgia separatista estabelecendo limites claros com armas silênciosas.

Quantos gritos de ajuda ouvimos no país da Geórgia que nos mostram seu lado forte e dominador. Assistimos pasmado o Jazz morrendo na escuridão, os negros gritando socorro morrendo pela água e morrendo de cede. Vivemos na Geórgia ainda mais fria. Quantas Geórgias...

Georgia On My Mind

Georgia, Georgia, the whole day through
Just an old sweet song
Keeps Georgia on my mind
Talkin' 'bout Georgia
I'm in Georgia
A song of you
Comes as sweet and clear as moonlight through the pines
Other arms reach out to me
Other eyes smile tenderly
Still in peaceful dreams I see
The road leads back to you
Georgia, sweet
Georgia
, no peace I find
Just an old sweet song

quinta-feira, setembro 22, 2005

Respostas

Em outubro de 2004 iniciei o blog com a pergunta: Será que blog funciona?
Hoje sou capaz de responder. Sim funciona, porém temos que convidar pessoas comprometidas a colocarem suas idéias e dividir um pouco de seu tempo com os chamados amigos.

Fiz vários convites nenhuma resposta. Os que aceitaram não foram capazes de colocar aqui suas idéias, discordar dos meus argumentos, nem mesmo arriscar a traçar uma linha de poesia mesmo que se copiada. Não tenho nada a fazer com eles.

O único que ficou foi o Lorenzo, porém em um dia de fúria postagens foram apagadas. Não me perguntem porque. Às vezes tento adivinhar, portanto sou incapaz de concluir. Quem sabe depois de um ano tenho reposta como tenho hoje sobre o blog.

Não tem problema... Gosto de escrever e não me importo se leêm, se gostam, se desgostam. Eu escrevo. O que não posso ficar è sem as inspirações para escrever...

segunda-feira, setembro 19, 2005

Dormindo


Não ha nada melhor ao homem
Do que dormir como criança
Sonhar como criança
Acreditar em Papai Noel
Prender-se no cordão
umbilical dos sonhos
Venha participar desse sonho
Veja como são belos o sono das
crianças
Assim será a vida quando entrares por essa porta

domingo, setembro 18, 2005

Reinventar

Reinventar
Reinventar sentimentos
Não dizer a verdade
Falar entrelinhas
Fazer leituras do silêncio
Parece-me distante

Escrevo o que sinto
Leia o que quiseres
Quero te ensinar a arte sublime do amor
Homem de coração mesquinho
Queres matar a esperança
Esperança do novo
Esperança de mudar a vida mesquinha
Pra não morreres de tédio da mesmice da vida

Corro atras dos sonhos
Você não se permite sonhar
Não apago meus pensamentos
Declaro-os a quem quiser saber
Ponho nas páginas dos jornais

A mim a mesmice mata
Não quero morrer
Quero viver
Quero que vivas comigo
Não quero te ver morrendo
Deve aprender como aprendes programação
Reinvente a vida não os sentimentos

Mas a vida, a vida, a vida,
a vida só é possível
reinventada.

L’amore è certamente la cosa più bella che la vita ci possa offrire

quarta-feira, setembro 14, 2005

Under the Tuscan Sun


Assisti a este filme em DVD. Quando estava no cinema fomos André, Janaina e eu no cinema, porém o André não quiz assistir a este filme. Afirmou não querer saber naquele momento nada de italiano. Preferiu suspense ao drama. Hoje finalmente assisti. Muitissímo belo porém a mulher sempre a procura de seu amor. Nesta foto ela recebe uma desagradável surpresa. Porém, alguém lhe diz que se ficar parada a joaninha talvés o encontre, o difícil e acreditarmos nisto... Vai a sinopse do filme

Frances Mayes é uma escritora que leva uma vida feliz em San Francisco, até que se divorcia de seu marido. Triste e deprimida, ela decide mudar radicalmente de vida e compra uma chácara na Toscana, para descansar e poder terminar em paz seu novo texto. Porém enquanto ela cuida da reforma de sua nova casa acaba conhecendo um novo homem, que reacende sua paixão.

Gostei do filme pois se passa na Itália "terra do bimbo" em Toscana, onde se pode apreciar varias belas paisagens. Quem quiser apreciar é um ótimo drama.

domingo, setembro 11, 2005

Il fiume

Fiume limpido come cristallo
Da una parte e dall'altra
Ci sono molti alberi che danno bellezza
Tu sei come albero piantato
Mah! Stai con gli occhi chiusi e non guardi
Andiamo

Vieni a guardare le cose belle
Qui non c'e' tristezza
Bisogna solo toccare
Sentire la bellezza della vita

As crianças

Esse è o Vinicius meu sobrinho
Parece que já nasceu deste tamanho...
Passa tão rápido...













Elas são as gemelares da Jane... Nasceram bem longe do Brasil... Onde quando aqui se faz noite, lá é dia e vice-verso. Agora estão no Brasil, mas me dizeram preferir morar lá onde nasceram...



Olha que gracinha os dois bambinos brincando no pc... Moram muito longe do Brasil... São da terra do qual herdamos o português.... rs

sexta-feira, setembro 09, 2005

Morre lentamente...

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não
ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem
não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do
hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não
conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o
negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um
redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos
olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um
sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida
fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da
sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de
iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não
responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Morre lentamente...

"Pablo Neruda"
Neftalí Ricardo Reyes

Chame um técnico...

Meus computadores vêm me causando uma série de problemas. Todo instante tenho que chamar algum técnico. Encaminhei os dois a um técnico. Retornamos a casa esperando que tudo estivesse bem. Passa duas semanas nada funcionando novamente. A internet com speed não funciona. Ligo ao servidor OSITE que afirma está tudo correto. Tento muitas vezes ligar na telefônica que me larga horas no telefone esperando por um atendente que faz alguns testes e diz – Vou lhe passar para um técnico especialista. Novamente horas de espera, novos testes então pra me deixar protocolo é uma visita a ser agendada. Uma semana passaram veio o técnico em minha casa. Ficou quase a manhã inteira finalizando com a seguinte frase – VOCÊ PRECISA CHAMAR UM TÉCNICO. Perguntei ao homem – Afinal você não é técnico? Responde que sim, mas não sabe qual o problema. Mais uma semana chamando a telefônica que envia outro técnico. Este disse - O problema é na sua placa de rede, não da telefônica. Lá vou novamente chamar o técnico do PC que faz novos testes e me diz - Sua placa de rede está com problema; paguei novamente a mão de obra do técnico. O mês passou tive que pagar o telefone normal, o speed, os técnicos, a placa de rede e todos os telefonemas. Imaginem se como enfermeira fizesse a mesma coisa quando um paciente me solicitasse ajuda

domingo, setembro 04, 2005

Água Doce

Quinta-feira eu e meus amigos do curso de italiano fomos fazer um passeio. Fomos em uma cachaçaria chamadas Água Doce em Moema. Na verdade têm ali além de cachaça outras bebidas. Sou a favor da abstinência... Rs Chegamos as 21:00 horas e retornamos a casa 1:00. Levei minha máquina pra fazer o primeiro teste de fotografia. Confesso que oferecer a máquina para algumas pessoas é um desastre visto que não sabem nos projetar...rs
O Rafaelle ao saber da minha “solidão” me propôs apresentar um parente, segundo ele muito bonito e inteligente. Brincadeiras... Vejamos as fotos.

A Silvia tentou fazer uma foto minha do Raffaele e da Patricia. Veja o que saiu.

Ai está Raffaele é neto de italianos é o que fala melhor nas aulas.

Não sei se o cavalheirismo veio da Itália mas é um bom menino.


Cantores da Água Doce eles circulam no salão enquanto cantam.

quinta-feira, agosto 25, 2005

Gli amici

Agora meus amigos estão distântes, estão no Theatro da Paz em Belém.

Vamos conheçe-los um pouco...

José Gallisa
Além de uma excepcional qualidade vocal, o solista tem uma presença cênica impactante, sendo, por isso, convidado a participar dos principais títulos líricos. Entre os seus papéis, destacam-se Nourabad, em Les Pêcheurs de Perles (Bizet); Ramphis e Farao, em Aida; Samuel, em Un Ballo in Maschera; Lodovico e Montano, em Otelo; Pistol, em Falstaff (todas de Verdi); e Commendatore, em Don Giovanni (Mozart). Com uma bolsa Virtuose, cursou pós-graduação em canto na Royal Academy of Music (Londres), onde teve uma notável atuação como Bartolo, sob a regência de sir Colin Davis. Venceu o 1º Prêmio Nacional de Canto (Ministério da Educação), bem como o prestigiado Prêmio Carlos Gomes. Em 2003, participou do VII Festival Amazonas de Ópera, interpretando Fafner, em Siegfried (Wagner), e no Theatro Municipal de São Paulo cantou na ópera-oratório Oedipus Rex (Stravinsky). Em 2004, além de estrear a abertura da temporada operística no Rio de Janeiro como Zarastro, em A Flauta Mágica, fez seu début na San Diego Opera (EUA), em Les Pêcheurs de Perles, onde retornará em 2005 e 2006 com Sansão e Dalila e Aida, respectivamente.

Agora é a vez de conheçermos a Edineia... ela nunca lembra a senha que usou aqui no meu blog... vamos ver se eu convenço ela a vir fazer parte daqui... juntar-se ao Lorenzo o único contribuidor atual do meu blog.

Edineia Oliveira

Mezzo-soprano lírico e coloratura, estreou como solista no Concerto dos Cinco Continentes, em Seul, na Coréia do Sul, em 1988, e, consecutivamente, na Alemanha e Itália (Guarda lei è stata nella terra di Lorenzo). Vencedora de vários concursos de canto nacionais, como Maria Callas, Jovens Solistas, Francisco Mignone, Jovens Concertistas Brasileiros, atua como solista nas principais salas de espetáculos, tendo em seu repertório obras sinfônicas, camerísticas e operísticas, tais como Cavalleria Rusticana, Il Tríptico, Eugenie e Onieguin, The Rapt of Lucrecia, Dido e Enéas, Rigolleto, Le Noces, de Stravinsky, Pedro Malazarte, La Gioconda, Sansão e Dalila, Oedipus Rex, etc. Autores como Brahms, Stravinsky, Mozart, Händel, Purcel e Monteverdi constam entre sua especialidade. Em repertório de música de câmara, tem especial ênfase ao lied e à música brasileira. É reconhecida no meio artístico nacional como “Uma voz sem fronteiras” (maestro Alessandro Sangiorgio - Folha de S.Paulo). É integrante do Coral Lírico do Theatro Municipal de São Paulo.

OBS. Só para lembra-los foram eles que cantaram na minha tese de mestrado... Puxa.. por isso me senti lisongeadissíma...

Lohengrin - Ópera de Richard Wagner

Tive o prazer de assistir a está opera no Teatro Municipal de São Paulo. Com a orquestra Sinfônica Municipal dirigida por Mario Zaccaro e o Coral Lirico, sob a regência de Ira Levin. O mais charmoso é que me sinto convidada especial; visto que recebo os convites dos nossos amigos que se encontra no elenco. Como Arauto do rei Josè Gallisa – Baixo e Edineia de Oliveira - meso-soprano; como uma das quatro pagens. Outro dado interessente descoberto recentemente é que a esposa do Mario Zaccaro é enfermeira, ou seja, boa gente... assim como eu... :-)

Nesta ópera aprendi as mulheres não devem ser curiosas senão perdem o BEM AMADO...

quarta-feira, agosto 24, 2005

Ai Que Saudade de você

Não se admire se um dia, um beija flor invadir A porta da tua casa, te der um beijo e partir Foi eu que mandei o beijo que é pra matar meu desejo Faz tempo que eu não te vejo, ai que saudade di ocê Se um dia ocê se lembrar, escreva uma carta pra mim Bote logo no correio, com frases dizendo assim Faz tempo que eu não te vejo, quero matar meu desejo Lhe mando um monte de beijo ai que saudade sem fim E se quiser recordar aquele nosso namoro, quando eu ia viajar. Você caía no choro, eu chorando pela estrada, mas o que eu posso fazer trabalhar é minha sina, eu gosto mesmo é ocê.

Autor desconhecido

Você estrêla! Sim, para você.

Estou aqui, em mim
Só? Não sei!
Estou assim, meio que afim
Me de um sorriso
Pinte a vida com todas as cores lindas.
Não me deixe, ficar triste assim,
Me faça um monte de carinhos
Diga que gosta de mim, mesmo assim.
Preencha todos os espaços vazios do meu ser
Com o brilho de seus dias e noites

Estou fazendo tudo que posso
Para manter-me “afinado” contigo.

Escrito por C.D.A.

terça-feira, agosto 23, 2005

Mi ho regalato

Hoje fui a livraria Siciliano e me presenteei. Havia dito a minha amiga "Preciso lêr algo que não seja em relação a álcool e outras drogas". Então resolvi buscar. Já havia namorado este livro faz algum tempo, mas como eu estava lendo para finalizar o mestrado... Não podia me dá o luxo. Mas afinal estou presenteada. Comprei o livro - When Nietzsche wept, ou seja - Quando Nietzsche chorou. O autor do livro Irvin D. Yalon é psicoterapeuta e professor de Psiquiatria já publicou outros títulos sendo este seu primeiro Romance.

O livro trata de Josef Breuer que possue um novo método de tratamento a "terapia através da conversa", porém ele mesmo tem obsessivas fantasias sexuais con Anna O., a paciente recém-curada de insônia e pesadelos. De férias em Veneza, Breuer encontra a jovem russa Lou Salomé que lhe pede um favor: tratar da depressão suicida de seu amigo Friedrich Nietzsche. O filósofo alemão que já tentara tratamento com dezenas de médicos em toda a Europa e quase sempre seu orgulho e a natureza de seu sofrimento se configurariam em obstáculos intransponíveis. O que se estabelece entre eles é uma relação na qual as funções de médico e paciente se confundem, pois Breuer encontra na filosofia de Nietzsche algumas respostas para suas próprias dores existenciais.

Bem espero me deliciar nas fantasias do autor com a histérica da Anna O.

segunda-feira, agosto 22, 2005

Linda

Linda. Te gosto mais ainda
Distância cruel não consegue desapaixonar meu coração
Quando retornar quero propor-lhe uma viagem inesquecível
Não sei se vais embarcar no "trêm doido" dos amores gigantes
Dos amores dos verdadeiros amantes
Te amo tanto... tenta entender...
Nem que seja só um pouco.

Me deixas louco,
Oh! Princesa, sonho real
Maravilha, meu sonho
Unica razão alegre do meu viver
Quanto mais o tempo passa
Mais difícil te esquecer
Vamos unir de vez nossas incertezas
Que beleza
Não fico bem longe
E muito menos sem você

Quem me dera conseguir um dia escrever
Uma infima parcela do que sinto por você
Te gosto demais da conta
Conto nos dedos, me desespero
Não vejo a hora de te abraçar forte
Estou chorando de novo
Não se esqueça de mim.

Eu te amo de verdade
Permita-me
Permita-se
Deixe essa coisa gostosa rolar
Deixe-me te amar
Estou só no bar "Ponte Metálica-RJ"
Te amo. Não te esqueço
Não sei, se te mereço. Te adoro.

Escrito por: C.D.A.

domingo, agosto 21, 2005

La nota mai


Guardano che anche lui è arrivato per ascoltarlo...
Lui puoi scegliere come ascoltare

Nota mai

O seu som
Transporta-me nas notas musicais
Escolho como te escutar
Agudo, piano, forte
Barítono, Baixo
Como se no coral cantando O Messias
Ou se preferir
Como Canção de Ninar de Brahms
Minha empolgação é tamanha que danço as notas
Deslizo nos teclados
Substituindo as mãos da pianista
Pianíssimo ouço sua voz...
Às vezes acelerada
Outras vezes fraca
Outras vezes robusta
Te ouço calmo... Tranqüilo
Percorro as notas musicais

Seu som aos meus ouvidos é lindo
Belíssimo... O silêncio do seu som me enaltece
Mozart até espiou de onde está
Procurando o dono de tal som
O som que chega aos meus ouvidos
Em silêncio escuto
O som da nota MAI
Os musicistas vão procurar
Talvez nunca o encontrem
.

Perdoe-me coração

Perdoe-me pequeno coração
Eu havia lhe prometido...
Perdão mil vezes perdão...
É uma dor tão intensa
Que não encontro palavras
Sons, expressões, para dizer como dói
Só sei que dói muito
Você pequenino...
Centro da vida
Será eu a responsável?
Creio que não...
Não creio em nada...
Só sei que dói muito
É tanta dor... tanta, tanta
Que tenho vontade de morrer
Talves a dor da morte
Seja menos dolorida...
Perdoe-me pequeno coração
Sei que sofre a cada adeus
A cada despedida
A cada pergunta não obtida
DEUS
Não permita nunca mais
Que eu sinta essa dor
Por favor – não permita
Eu suplico para não encontrar
Na minha vida outra vez essa dor
Luminares do céu... sejam testemunhas
Não permita nunca mais essa dor

I love you

Queria acariciar-te
Tocar-te nas caladas noturnas
Sufocar-te de abraços
E esquecer que a noite finda
Contar as estrelas ao teu lado
E dizer-te que tal soma é o meu amor
Tocar cada parte de seu corpo
Como se outra parte não houvesse
Explorar suas linhas
Na mais bela arquitetura
Que somente dois amantes saberiam projetar
Sentir os pelos que enfeitam teu corpo
A mais bela arquitetura humana – seu corpo
Tocá-lo, beijá-lo, acariá-lo
Até o urso polar sentirias inveja
Vêr em sua boca as mais lindas perôlas
Tocar com meus lábios suas perólas sem preço
Seus olhos perólas negras
Fito-os como se outra coisa no mundo não encontrasse
O som piano de sua voz
Emudeçe minha voz
Ao soar em meus ouvidos
Minha alma se transporta ao céu
Seu sorriso simples
Sincero Bravo HOMEM
Me faz sentir amada
Ao seu lado
O sol está a brilhar
Tenho que partir
Mas não te esqueça
I LOVE YOU


segunda-feira, agosto 15, 2005

Trove l'amore

Se non ho amore, sono un metallo che rimbomba, uno strumento che suona a vuoto

Chi ama è paziente, generoso, rispettoso

Tutto scusa, tutto supporta

Mai perde la speranza

Cercate di vivere nell'amore

Felice l'uomo che vive nell' amore.

Se guardo il cielo, la luna e le stelle ti vedo...

Uccelli del cielo parlano tuo nome...

Tutti, senza eccezione devono trovare l'amore...

L'amore è la mia forza per vivere...

Chi ama ha un rifugio sicuro

Perchè l’amore è un scudo forte

Nella tristeza ho quello che mi ama e mi da forza per vivere

Se grido mi rispondi... se chiedo aiuta... mi aiuta...

Se ho offeso qualcuno… sorgi il mio amore per difesa

Se me ne vado triste... ho il mio amore...

Felice l’uomo che ha il cuore libero per amare

Andiamo cercare nostro amore

Dov’e andato il mio amore?

Io sono del mio amore e il mio amore è mio

Per me c’e’ solo lui

Amore mio, mi ho conservati per te.


terça-feira, agosto 09, 2005

Nostalgias

De Flávio Bassani

Hoje recordei do dia em que fiz parte da sua tela. Tela acabada. Inacabada. Intocável.
São Paulo passará por tranquila ao fixarem suas artes. Inspiração nata.
Criador e a criatura formam um todo harmonioso.
Voz, toque, sensibilidade. Pinceis, luzes, escuros, vermelhos, azuis.
Sentaria nesta poltrona
Traria a cadeira verde e vermelha, outra verde e amarela
Nelas sentariam nossos amores
Falariamos das nossas histórias de amor
Escutar-te-ia sempre, sempre, sempre e sempre.
Te contaria do meu novo amor
Traria ao quadro a scooter azul
Para no final seguirmos sem constrangimentos.

domingo, agosto 07, 2005

Domingo com "bacio" do beija-flor

Final da tarde. Chegou em minha casa a Ieda. Ela foi a igreja no culta pela manhã e veio me fazer uma visita... Colocamos os assuntos em dia depois fomos comprar o presente para meu pai. Andamos no shopping compramos o presente e assistimos ao filme A Ilha. O filme me preocupou não se recordaram da Declaração de Helsing - aqui Lei 196/96. Mundo louco.
Na seguência visitamos a Edinéia que não estava bem para ir ao cinema, jantamos pizza com guaraná... Ieda ficou assistindo filme enquanto Edinéia e eu falavámos italiano ela possui ótimo sotaque. Edinéia me emprestou uma bíblia - La Bibbia in Lingua Corrente. Agora tenho muito o que lêr em italiano. Depois falamos um pouco e retornei a casa. Bem... amanhã tenho que ir na faculdade Itálo-Brasileira...
Nota: Bimbo Buon Auguri - Sei pazienti

sábado, agosto 06, 2005

Tu

Entraste
A sério olhaste
A estátura
O brámido
É simplesmente advinhaste: uma criança
Tomaste,
Arrancaste-me o coração é simplesmente foste com ele jogar
Como uma menina com sua bola
E todos
Como se vissem um milagre senhoras e senhoritas exclamaram:
- A esse amá-lo?
Se se atira em cima, derruba a gente!
Ela, com certeza, é domadora!
Por certo, saiu duma jaula!
E eu de júbilo
Esqueçi o jugo
Louco de alegria
Saltava como em casamento de índio
Tão leve, tão bem me sentia...

Maiakovisk

Monótomia

Passo todo tempo pensando em você
Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Quinta-feira
Sexta-feira
Sábado
Domindo
Meus dias são monotomos
Silênciosos
Sempre procuro paz e prazer
Falar quebrando o silêncio
Mas... quando te vêjo
Não preciso cantar em versos
Meu corpo fala por mim
Estou apaixonada...
Adoro está apaixonada por você


outono-1989

Sua melodia

O vento saiu do norte girou para o sul
Veio girando girando fazendo círculos
Trazendo sua voz
Atentei-me somente em seu som
O meu coração contemplou profundamente a melodia
Fui levada a desvarios e a loucura
Somente eu e o bosque sentia sua melodia
As flores do bosque dançavam
O vento lentamente maestrava a coreografia
Meus ouvidos não se encheram de ouvir
Eu me volvi e entreguei-me ao vento
Em silêncio te ouvia
Eu me alegrei e saltei de prazer
Tomou-me o vento tirou-me da terra
Abaixou-se o céu a mim
O vento girando girando fez novo círculo
Voltou ao Norte em minha companhia
Leve solta flutuando te contei
Te amarei sempre - Oh meu amado

quarta-feira, agosto 03, 2005

Os pés


Eu sou o sustento
Sem mim ninguém se põe na vertical
Levo os moços e as virgens
Carrego os velhos e as senhoras
Caminho por toda a terra
Distâncias curtas, longas, retas, curvas
Lá vou eu sempre em prontidão
As vezes recebo adornos como sandálias, chinelos, tênis, sapatos
Rasgados, abertos, fechados, altos, baixos
Se reclamo - nem sempre sou atendido de imediato
A luz do sol me faz esquentar e as vezes me queima
Nem por isso deixo de executar minha função
Sou negro, branco, amarelo
Grande, pequeno, médio,
Macio, duro, calejado
Não importa como sou
Sou sempre o sustento
No final - Eu sou um membro primordial de uma equipe
Equipe chamada CORPO - EU SOU OS PÉS.