Após a Segunda Guerra Mundial, entre 1946 e 1964, ocorreu na Europa o chamado “baby boomer”, marcado pelo aumento significativo da taxa de natalidade.
Nestes tempos de COVID-19, muitos já apontam para um possível novo boom de nascimentos.
Penso nessas futuras crianças como uma geração “COVID BABY BOOMER”.
A questão torna-se ainda mais preocupante nos países pobres, onde as desigualdades sociais foram intensificadas pela pandemia.
Revistas e reportagens já anunciam:
“Covid-19: sete milhões de gravidezes indesejadas em seis meses.”
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